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segunda-feira, 4 de maio de 2026

E D I T O R I A L


O DÉBIL INTELECTO DO POVO BRASILEIRO


Aonde vamos chegar?


Há uma extrema psicopatia (se este for o termo adequado) reinante na cachola do povo brasileiro, que nos deixa desconcertados, ante Nações bem mais civilizadas que a nossa.


Discutiu-se, tanto, sobre preconceito racial, neste país, que, aos poucos, se foram estabelecendo regras para que o nosso negro não sofra discriminações, em linhas gerais.


Depois, vieram manifestações em favor da igualdade da mulher, alcançando grandes conquistas. Certamente que estas conquistas se aniquilarão, caso a mulher se anule, por complexo de inferioridade.


Debates outros, sobre tratamentos preconceituosos e humilhantes, para com nossas mulheres prostitutas, surtiram grandes efeitos. E, logo, foram instituídas normas punitivas aos abusos excessivos.


Agora, se enfatiza, por toda a mídia nacional, a notícia de que brasileiros homossexuais terão amparo de uma nova lei, que os proteja contra aqueles que os caçoam. Com certeza, mais uma lei desnecessária há que surgir, para agrado destes conterrâneos diferenciados.


Sempre, defendi a idéia de que nós brasileiros não somos preconceituosos. E, sim, somos um povo bastante prazenteiro, chegados ao trato das gozeiras, diante de pessoas que nos são diferentes.


Observe-se que:


O branquelo caçoa do negro e o negro, do branquelo. O barrigudo zomba do magrelo e o magrelo, do barrigudo. O grandalhão manga do pirralho e o pirralho, do grandalhão. O cabeludo troça do careca e o careca, do cabeludo. O bonitão graceja do feioso e o feioso, do bonitão...


Haver-se-ia que acrescentar, aqui, páginas e mais páginas, citando inúmeros outros exemplos, a respeito.


Já imaginamos se todo mundo recorresse aos poderes públicos, exigindo amparo de leis especiais e exclusivas para casos isolados?


Já imaginamos se os nossos governantes desperdiçassem seus preciosos tempos, para poder atender a estes medíocres reclamos de nossa sociedade, tão desgovernada?


Verdadeiramente, o que há é muita falta de vergonha, na cara, e exagerado complexo de inferioridade, entre nós, filhos desta Terra, tão querida, chamada Brasil!


Repare-se que:


Se for gazo, isola-se num mundo vazio, por ter complexo de ser albino; e se for negro, por ter complexo de ser crioulo. Se for barrigudo, tranca-se num mundo vazio, por ter complexo de ser gordo; e se for magrelo, por complexo de ser magro. Se for grandalhão, aprisiona-se num mundo vazio, por ter complexo de ser alto; e se for pirralho, por ter complexo de ser baixinho.


E, assim, vai... (!)


Devemos, sim, primeiramente, amarmos a nós mesmos, sem subterfúgios, para que nos sintamos iguais e com os mesmos direitos, dentre aqueles que nos acercam; pois seremos dignos de suas reciprocidades.


Há que se ressaltar que os excessos dos abusos estarão, sempre, presentes em nossas curtas vidas. E não podemos deixar de vivê-las, enquanto estivermos, ainda, respirando.


Em suma, devemos, todos, abominar o complexo de inferioridade, tanto como detestamos o preconceito!



Pedro Mallmann Filho (Camilinho)
Nota: Matéria extraída - Data de 24/03/2011 20:13

sábado, 2 de maio de 2026

MOMENTO DE REFLEXÃO, CRISTÃ

AS PEGADAS, NA AREIA... (!)





Uma jovem senhora, enferma, valeu-se da presença do Divino Espírito Santo, e, quando se sentiu desamparada, fez sua queixa ao Mestre:

A senhora:
- Senhor, por que nas horas em que eu mais precisei de Ti, Tu me desamparaste?

O Mestre:
- Tu te enganaste, filha... Foi, aí, que te carreguei em meus braços! 

Moral da história

Aquele que crê, verdadeiramente, no Senhor Jesus, não se desesperará nas horas de aflições!


Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO 

  

O BRASIL, EM CRISE SOCIAL

ANÁLISE E OPINIÃO, ÍMPARES.





Os tristes episódios que se estão sucedendo, ultimamente, nas grandes Capitais brasileiras, servem para nos deixar, como legado, um importante alerta, acerca do que será nosso futuro, na esfera sociopolítica, especificamente; ou, generalizada.

As manifestações de protesto confundem, apenas, interesses de nossa exaltada Sociedade - ávida pelo imediatismo de severas mudanças sociais; contra oportunismos da laia de indivíduos, tão descocados - animados à consecução de seus maus objetivos.

Este grande entusiasmo da Sociedade brasileira nos obriga a refletir, seriamente, sobre a nitidez de suas idéias; pois que, há muito, parte dela vem exorando a quebra de tabus, quanto ao bem, inviolável, da moralidade de todos os nossos costumes.

Porém, há que se concentrar maiores cuidados àquela nociva gente que, à sorrelfa, se valem destas manifestações populares, para se saciar com suas insanas depredações e com suas tantas outras manias, na prática de atos, verdadeiramente, diabólicos.

Teremos, neste ano, recursos para remediar casos desta e de outras naturezas, a fim de que nós cidadãos e cidadãs brasileiros, do rincão gaúcho ao solo amazônico, retomemos já o caminho de uma salutar vida democrática... As Eleições, 2026!

Até, lá, reconheçamos que o nosso Brasil não é república, nem federação, exclusiva da classe minoritária ou majoritária. Se, outrora, nossa igualdade foi conseguida com braço forte, nos é chegada a hora de lutarmos pela reconquista desta igualdade.





"O nosso futuro Presidente não será dos partidos políticos, será o Presidente de todos os brasileiros!" 




Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO    

"FOR ALL" OU FORRÓ... (?)

"FOR ALL" - DISTORÇÃO VERNACULAR!






As famílias nordestinas tinham - haja décadas - o costume de arranjar bailes dançantes ou bailecos, para animações de suas festas, tais como: os bailes de aniversários, de noivados, de casamentos, de formaturas, etc.

Os bailecos conhecidos, também, por arrasta-pés, tornaram-se muito apreciados por todas as rodas da sociedade nordestina, quer fossem da plebe, quer fossem da burguesia.

Dentre tantos vocábulos adotados como sinônimos de ARRASTA-PÉ - para dizimar idéias que deturpam a origem do têrmo FORRÓ (For All é balela) - estão
nos dicionários da língua portuguesa:

ARRASTADO
BATE-CHINELA
BATE-COXA
BATE-PÉ
RALA-BUCHO
SOVACADA
FORROBODÓ (*)

(*) Propositadamente, fora da ordem alfabética. Pois que, para esta palavra, reserva-se o devido esclarecimento:

O brasileiro - desde o gaúcho até o manauara - é useiro e vezeiro na busca do modo mais fácil para falar... É a tal lei do menor esforço. Invés de usar o termo FORROBODÓ, diz, apenas, FORRÓ. Ex.: Vou ao forró. Invés de: Vou ao forrobodó.

Portanto, o FORRÓ do Nordeste brasileiro tem sua origem, genuinamente, nacional. Forró é a forma diminutiva de FORROBODÓ. Cousa existente bem muito antes da "invasão" dos norteamericanos, aqui, após a 2ª Grande Guerra.

TENHO DITO!



Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO

HISTÓRIAS E CONTOS

A Areia e a Pedra (*)
De Talita Ribeiro







  

Dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. Um deu um tapa no rosto do outro, e este, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO BATEU-ME NO ROSTO.

Seguiram e chegaram a um oásis, onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se, e o outro sentiu compaixão salvando-lhe do afogamento. Ao recuperar-se, o mesmo que havia escrito na areia pegou um estilete e escreveu, agora, numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado, o amigo perguntou:

- Por que depois que eu te bati, você escreveu na areia; e, agora, que te salvei, escreveu na pedra?

Sorrindo, o outro respondeu:

- Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregará de apagar; porém, quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.



(*) Esta nos foi enviada por Eliziane Ferreira Mallmann, seguidora do Blog do Camilinho, a quem agradecemos pela sua prestimosa colaboração



Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO






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