AS PEGADAS, NA AREIA... (!)
Uma jovem senhora, enferma, valeu-se da presença do Divino Espírito Santo, e, quando se sentiu desamparada, fez sua queixa ao Mestre:
A senhora:
- Senhor, por que nas horas em que eu mais precisei de Ti, Tu me desamparaste?
O Mestre:
- Tu te enganaste, filha... Foi, aí, que te carreguei em meus braços!
Moral da história
Aquele que crê, verdadeiramente, no Senhor Jesus, não se desesperará nas horas de aflições!
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
Camilinho, no Universo da Internet!
"Sê bem vindo!"
Espero tua visita outras vezes mais. Obrigado!
"O CAMINHO MAIS CURTO PARA TER UM AMIGO É SER UM BOM AMIGO!"
Aguça tua curiosidade! Busca postagens mais antigas! Deixa tua valiosa opinião! Ser-te-ei agradecido.
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Nota: Quando te esbarrares com o link anterior, bastante eliminares o "pellmann-" antes de "blogdocamilinho.blogspot.com".
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sábado, 2 de maio de 2026
O BRASIL, EM CRISE SOCIAL
ANÁLISE E OPINIÃO, ÍMPARES.
Os tristes episódios que se estão sucedendo, ultimamente, nas grandes Capitais brasileiras, servem para nos deixar, como legado, um importante alerta, acerca do que será nosso futuro, na esfera sociopolítica, especificamente; ou, generalizada.
As manifestações de protesto confundem, apenas, interesses de nossa exaltada Sociedade - ávida pelo imediatismo de severas mudanças sociais; contra oportunismos da laia de indivíduos, tão descocados - animados à consecução de seus maus objetivos.
Este grande entusiasmo da Sociedade brasileira nos obriga a refletir, seriamente, sobre a nitidez de suas idéias; pois que, há muito, parte dela vem exorando a quebra de tabus, quanto ao bem, inviolável, da moralidade de todos os nossos costumes.
Porém, há que se concentrar maiores cuidados àquela nociva gente que, à sorrelfa, se valem destas manifestações populares, para se saciar com suas insanas depredações e com suas tantas outras manias, na prática de atos, verdadeiramente, diabólicos.
Teremos, neste ano, recursos para remediar casos desta e de outras naturezas, a fim de que nós cidadãos e cidadãs brasileiros, do rincão gaúcho ao solo amazônico, retomemos já o caminho de uma salutar vida democrática... As Eleições, 2026!
Até, lá, reconheçamos que o nosso Brasil não é república, nem federação, exclusiva da classe minoritária ou majoritária. Se, outrora, nossa igualdade foi conseguida com braço forte, nos é chegada a hora de lutarmos pela reconquista desta igualdade.
"O nosso futuro Presidente não será dos partidos políticos, será o Presidente de todos os brasileiros!"
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
Os tristes episódios que se estão sucedendo, ultimamente, nas grandes Capitais brasileiras, servem para nos deixar, como legado, um importante alerta, acerca do que será nosso futuro, na esfera sociopolítica, especificamente; ou, generalizada.
As manifestações de protesto confundem, apenas, interesses de nossa exaltada Sociedade - ávida pelo imediatismo de severas mudanças sociais; contra oportunismos da laia de indivíduos, tão descocados - animados à consecução de seus maus objetivos.
Este grande entusiasmo da Sociedade brasileira nos obriga a refletir, seriamente, sobre a nitidez de suas idéias; pois que, há muito, parte dela vem exorando a quebra de tabus, quanto ao bem, inviolável, da moralidade de todos os nossos costumes.
Porém, há que se concentrar maiores cuidados àquela nociva gente que, à sorrelfa, se valem destas manifestações populares, para se saciar com suas insanas depredações e com suas tantas outras manias, na prática de atos, verdadeiramente, diabólicos.
Teremos, neste ano, recursos para remediar casos desta e de outras naturezas, a fim de que nós cidadãos e cidadãs brasileiros, do rincão gaúcho ao solo amazônico, retomemos já o caminho de uma salutar vida democrática... As Eleições, 2026!
Até, lá, reconheçamos que o nosso Brasil não é república, nem federação, exclusiva da classe minoritária ou majoritária. Se, outrora, nossa igualdade foi conseguida com braço forte, nos é chegada a hora de lutarmos pela reconquista desta igualdade.
"O nosso futuro Presidente não será dos partidos políticos, será o Presidente de todos os brasileiros!"
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
"FOR ALL" OU FORRÓ... (?)
"FOR ALL" - DISTORÇÃO VERNACULAR!
As famílias nordestinas tinham - haja décadas - o costume de arranjar bailes dançantes ou bailecos, para animações de suas festas, tais como: os bailes de aniversários, de noivados, de casamentos, de formaturas, etc.
Os bailecos conhecidos, também, por arrasta-pés, tornaram-se muito apreciados por todas as rodas da sociedade nordestina, quer fossem da plebe, quer fossem da burguesia.
Dentre tantos vocábulos adotados como sinônimos de ARRASTA-PÉ - para dizimar idéias que deturpam a origem do têrmo FORRÓ (For All é balela) - estão
nos dicionários da língua portuguesa:
ARRASTADO
BATE-CHINELA
BATE-COXA
BATE-PÉ
RALA-BUCHO
SOVACADA
FORROBODÓ (*)
(*) Propositadamente, fora da ordem alfabética. Pois que, para esta palavra, reserva-se o devido esclarecimento:
O brasileiro - desde o gaúcho até o manauara - é useiro e vezeiro na busca do modo mais fácil para falar... É a tal lei do menor esforço. Invés de usar o termo FORROBODÓ, diz, apenas, FORRÓ. Ex.: Vou ao forró. Invés de: Vou ao forrobodó.
Portanto, o FORRÓ do Nordeste brasileiro tem sua origem, genuinamente, nacional. Forró é a forma diminutiva de FORROBODÓ. Cousa existente bem muito antes da "invasão" dos norteamericanos, aqui, após a 2ª Grande Guerra.
TENHO DITO!
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
As famílias nordestinas tinham - haja décadas - o costume de arranjar bailes dançantes ou bailecos, para animações de suas festas, tais como: os bailes de aniversários, de noivados, de casamentos, de formaturas, etc.
Os bailecos conhecidos, também, por arrasta-pés, tornaram-se muito apreciados por todas as rodas da sociedade nordestina, quer fossem da plebe, quer fossem da burguesia.
Dentre tantos vocábulos adotados como sinônimos de ARRASTA-PÉ - para dizimar idéias que deturpam a origem do têrmo FORRÓ (For All é balela) - estão
nos dicionários da língua portuguesa:
ARRASTADO
BATE-CHINELA
BATE-COXA
BATE-PÉ
RALA-BUCHO
SOVACADA
FORROBODÓ (*)
(*) Propositadamente, fora da ordem alfabética. Pois que, para esta palavra, reserva-se o devido esclarecimento:
O brasileiro - desde o gaúcho até o manauara - é useiro e vezeiro na busca do modo mais fácil para falar... É a tal lei do menor esforço. Invés de usar o termo FORROBODÓ, diz, apenas, FORRÓ. Ex.: Vou ao forró. Invés de: Vou ao forrobodó.
Portanto, o FORRÓ do Nordeste brasileiro tem sua origem, genuinamente, nacional. Forró é a forma diminutiva de FORROBODÓ. Cousa existente bem muito antes da "invasão" dos norteamericanos, aqui, após a 2ª Grande Guerra.
TENHO DITO!
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
HISTÓRIAS E CONTOS
A Areia e a Pedra (*)
De Talita Ribeiro
Dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. Um deu um tapa no rosto do outro, e este, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO BATEU-ME NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis, onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se, e o outro sentiu compaixão salvando-lhe do afogamento. Ao recuperar-se, o mesmo que havia escrito na areia pegou um estilete e escreveu, agora, numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
- Por que depois que eu te bati, você escreveu na areia; e, agora, que te salvei, escreveu na pedra?
Sorrindo, o outro respondeu:
- Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregará de apagar; porém, quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
(*) Esta nos foi enviada por Eliziane Ferreira Mallmann, seguidora do Blog do Camilinho, a quem agradecemos pela sua prestimosa colaboração
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
De Talita Ribeiro
Dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. Um deu um tapa no rosto do outro, e este, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO BATEU-ME NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis, onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se, e o outro sentiu compaixão salvando-lhe do afogamento. Ao recuperar-se, o mesmo que havia escrito na areia pegou um estilete e escreveu, agora, numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
- Por que depois que eu te bati, você escreveu na areia; e, agora, que te salvei, escreveu na pedra?
Sorrindo, o outro respondeu:
- Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregará de apagar; porém, quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
(*) Esta nos foi enviada por Eliziane Ferreira Mallmann, seguidora do Blog do Camilinho, a quem agradecemos pela sua prestimosa colaboração
Pedro Mallmann Filho/CAMILINHO
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